quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Agradecimento

Com as tristezas de final de ano, graças ao Palmeiras, acabei não comentando, muito menos agradecendo o fato de termos passado a marca de 10.000 visitas desde 25/04/2008, dia da criação deste blog.

Hoje temos uma média de 30 a 40 pageviews diários, estou satisfeito, pois no início o único leitor era eu mesmo. Soma-se ainda o fato de eu morar no interior de Minas, e ser difícil ter "bombas" ou "furos" sobre o Palmeiras.

Outra situação que deixa-me deveras satisfeito é a origem dos acessos. Antes quase 100% era por referências em outros sites, hoje está bem dividido:

40,51% referências em outros sites
32,54% mecanismos de busca
26,95% tráfego direto

Sendo que 93% do tráfego vem do Brasil, 4% vem de Portugal, 2,4% vem dos EUA e Inglaterra e os outros 0,6% dividem-se entre França, Egito (?) e Kenya (?).

Quero agradecer aos amigos que fazem as referências, não vou citar nomes pois posso esquecer de alguém.
Agradeço também os amigos do Twitter, onde sempre temos boas conversas.
Abraço!

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E as previsões do início do Brasileirão?!

Caros amigos, no início do ano o Globo Esporte pediu uma "previsão" para 10 "sábios" das televisões. Perguntou sobre o título, libertadores e os rebaixados.

Caio Ribeiro chegou perto, dizendo que o Flamengo poderia supreender POR CONTA da sua torcida, mas que devido aos problemas financeiros, não chegaria.

Carlos Sereto acertou, infelizmente, ao dizer que Palmeiras e Santos não tinham elenco para o Brasileirão, resultado, ambos estão na mesma barca, Copa do Brasil e Sul Americana. Em contra-partida errou feio nos rebaixados, colocando o Avaí e o Atlético-MG ali. Sem falar que colocou o Fluminense na Libertas.


Júnior foi outro que disse bobagens, colocou o Sport e Corinthians na Libertadores e foi outro que colocou o Avaí na segundona.

Lédio Carmona também colocou o Sport, Santos e Fluminense na Libertadores. Porém acertou muito bem os rebaixados, afirmou que era mais fácil o Náutico cair do que o Avaí e que ou Atlético-PR ou Coritiba cairíam.

Luis Roberto e Marcelo Barreto palpitou na média e errou feio ao colocar o Avaí na segundona.

Milton Leite foi mais equilibrado, deu o título para o Inter, colocou o SPFW e o Cruzeiro na Libertas e deixou a 4ª vaga para Palmeiras e Gambás. Porém rebaixou o Avaí.

Abaixo o print screen dos palpites de cada um, clique na imagem para ampliar.

Alex Escobar André Rizek Milton Leite


Maurício Noriega Marcelo Barreto Luis Roberto


Lédio CarmonaJúniorCarlos Cereto

Caio Ribeiro

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A receita da Desgraça (comentário)

O Seo Cruz fez um ótimo post falando sobre a situação do Palmeiras.
O Título do post é a Receita da Desgraça, e o comentário que fiz reproduzo abaixo.

É grande Cruz, infelizmente sou mais um que compartilho do mesmo sentimento. Até o silêncio no Blog.
E obviamente tenho que discordar com o Luiz De Martino.

Eu também prevejo um ano preocupante.
Tudo começa na “briguinha” interna na diretoria, que eu me abstenho de comentar pois conheço muito pouco da diretoria. O que posso dizer é que Belluzzo me decepcionou em alguns pontos, MAS ainda dou um voto de confiança para ele, errar é humano e TODO mundo merece uma segunda chance.
Para mim a manutenção de Muricy foi acertada. Está na hora dessa mentalidade brasileira acabar. Técnico é responsável por 20% de um título, o restante são os jogadores, diretoria, motivação. MAS acredito que ou ele ganha o Paulista ou a Copa do Brasil ou não treina o Palmeiras no Brasileiro-2010.

Jogadores, falando-se em Palmeiras é sempre um grande problema/mistério. Nossa diretoria normalmente é a última, a mais enrolada, a mais complicada e ainda a mais estranha. Quando todo mundo dava certo a ida de Love para outros times, o Palmeiras anuncia. Se brincar, o CleitonX e o DS ficam. SE o DS resolvesse jogar TODOS os jogos, seria fantástico ter ele, caso contrário, é outro que não serve.
Essas contratações que estão sendo ventiladas, para mim, são contratações pífias, que até podem reforçar alguma coisa, mas não será o time ideal para ganharmos algo. Dificilmente esses jogadores medianos “estouram” no Palmeiras. O Palmeiras é uma camisa difícil de vestir, que tem nós, torcedores, loucamente apaixonados pelo time e, por isso, cobramos muito. Dessas ditas “revelações” quem estourou no Palmeiras? Cleiton Xavier, Maurício Ramos e?
Dos nomes que estão sendo ventilados, o que menos me desagrada é o Rodrigo Bambi, e mesmo assim por que o Muricy sabe como fazer ele jogar. Dos outros, para mim vão apenas abarrotar o elenco, fazer 1 partida boa e 3 ruins e lá se vai 2010…

(Comentário original aqui)

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

10 de Fevereiro - O início do Triunfo!

Sim caros irmãos Palestrinos.
A Copa do Brasil de 2010 começa no dia 10 de Fevereiro de 2010, vamos até o Piauí enfrentar o Flamengo-PI. Vale a regra dos 2 gols de diferença, ou seja, se ganharmos por 2 ou mais gols de diferença eliminamos o confronto de volta.

O Flamengo-PI foi fundado em 8 de dezembro de 1937. É o atual campeão Piauiense e o atual Bicampeão da Copa Piauí.
A melhor posição do clube na Copa do Brasil foi em 2001, ao eliminar o Sport-RE nas oitavas e levar um chocolate do SCCP nas quartas (8x1 e 3x0).

Na sequência pegamos o vencedor de Paysandu (PA) e Potyguar CN (RN).
Achei a nossa chave consideravelmente fácil, e meu palpite é uma final entre Grêmio e Palmeiras. Abaixo imagem com as chaves da Copa do Brasil de 2010.


Clique na imagem para ampliá-la.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Bastidores do Palmeiras

Reproduzo abaixo, o texto que saiu no Terra, sobre os "bastidores do fracasso Palmeirense".
O texto foi publicado hoje pela manhã e é assinado por Milly Lacombe, aquela que acusou Rogério Ceni de falsificar uma assinatura do SPFW.
O texto é longo, mas vale a pena ser lido pois faz muito sentido o que está escrito ali.
Segue reprodução do texto (original aqui).

"O Palmeiras tinha acabado de ser derrotado pelo Botafogo, no Engenhão, quando, cabisbaixos, os jogadores desceram para o vestiário e viram a seguinte cena: o preparador físico do Palmeiras, Omar Feitosa, chorando.

A frustração, segundo o que ele confidenciou a presentes na ocasião, vinha do fato de saber que aquele era um time que deveria estar voando em campo. "Eles estão no auge do preparo físico, estão tinindo, e você olha em campo e eles não andam. Por que, meu Deus?".

A resposta estava na incrível falta de motivação do elenco que era considerado o melhor da competição, possível campeão por antecipação.

"A palestra do Muricy dá sono", diz uma fonte ligada à diretoria do clube. "Ele não é um cara de motivação, ele é um cara de treinamento. E o grupo do Palmeiras, na reta final, precisava de motivação, de tesão. Diante dos acontecimentos das últimas semanas, eles estavam psicologicamente moídos, amedrontados, desconcertados", disse, referindo-se à série de atos violentos praticados por alguns torcedores contra os jogadores.

E seguiu: "tinha jogador com medo de ir ao banheiro em aeroporto, com medo de apanhar. Chegaram ao Engenhão, para o jogo que valia o título, cercados de proteção, entraram agachados, como se fosse uma guerra. Quem agüenta isso e continua motivado?", perguntou.

Muricy e Luxemburgo

Em seguida, colocou na mesa a diferença entre Muricy e Luxemburgo. "Quando o Luxemburgo tá a fim de trabalhar, a preleção dele faz o cara entrar em campo mordendo a grama. Ele sabe que o psicológico ganha jogo, que decide".

Muricy não acredita nisso, acredita em trabalho. "Mais ou menos como era o Felipão, mas o Felipão sabia que precisava motivar os caras no vestiário, então ele trazia um padre do Rio Grande do Sul, que era amigo dele e bom nisso, ou chamava o Zé Roberto (Guimarães, treinador da seleção feminina de Vôlei)."

Muricy, ame-o ou deixe-o

Muricy é, sabidamente, um treinador que não se envolve com o jogador além do campo. Ele não quer saber quem está se separando, quem está com problemas em casa, quem está com a mãe doente, quem está sendo traído. Não fica no mesmo andar do elenco em concentrações, não vai a churrasco de jogador, não brinca com eles durante o vôo. Esse é seu estilo e foi assim que, no São Paulo, Muricy conquistou por três vezes seguidas o título nacional.

Portanto, talvez não seja o caso de se fazer aqui juízo de valor. Esse é Muricy. O mesmo que funcionou no São Paulo e que não está funcionando no Palmeiras.

As razões são claras: no São Paulo, a estrutura está ali a serviço do treinador. Milton Cruz, Carlinhos Neves e Marco Aurélio Cunha são os caras que mantém o grupo numa mesma pulsação, são os que falam a linguagem do boleiro, os que resolvem questões pessoais e oferecem o ombro amigo.

Além deles, Juvenal Juvêncio, mesmo a distância, está por dentro de tudo o que acontece com a vida de cada um de seus jogadores. Nesse cenário sólido e que não muda há muitos anos, o solitário e talentoso Muricy pôde desfrutar paz de espírito para brilhar a ponto de ser tricampeão brasileiro.

No Palmeiras, a coisa não é assim. E vai para o avesso disso.

Genese

Os problemas palmeirenses começaram quando o presidente Luiz Gonzaga Beluzzo demitiu Vanderlei Luxemburgo sem avisar ou sequer consultar Gilberto Cipullo, vice-presidente de futebol e um dos responsáveis pela eleição de Beluzzo à presidência palmeirense.

Era um sábado, 27 de junho, e o Palmeiras estava na 4º posição na tabela, atrás de Atlético-MG, Internacional e Vitória. Sete pontos à frente do São Paulo e 2 do Flamengo.

Sempre orientado por um grupo de cinco amigos em quem confia, entre eles o Governador do Estado José Serra e o diretor financeiro do clube, Fabio Raiola, Beluzzo tomou a decisão e a executou.

Raiola, amigo de Muricy, fez contato com o ex treinador do São Paulo a fim de levá-lo ao Palmeiras. E Cipullo permanecia alheio à negociação.

Enquanto isso, o coordenador da base, Jorginho, assumia interinamente um clube que tinha a estrutura de Luxemburgo, um cara que comanda até o motorista do ônibus e que usava o gerente de futebol, Toninho Cecílio, como ponte para "escutar" o grupo.

Sem mexer nessa estrutura e sem perder o controle do grupo, Jorginho fez campanha de sucesso à frente do Palmeiras: 5 vitórias, 1 empate, 1 derrota. Deixou o time na 2º colocação na tabela - 10 pontos à frente do São Paulo e a 8 do Flamengo. O G4, nessa 14º rodada, era formado por Atlético-MG, Palmeiras, Vitória e Internacional.

Quando Muricy assumiu, na 15º rodada, Toninho começou a perder espaço e, isolado, deixou de fazer o trabalho de aproximar o grupo e seus problemas da diretoria. Como Cipullo continuava alheio às principais decisões de Beluzzo e Muricy não se metia nisso, a diretoria perdeu completamente o contato com o grupo.

Para piorar o cenário já suficientemente caótico, Marcos, o líder do time, entrou em rota de colisão com Toninho, e o elenco, psicologicamente abandonado, rachou em grupos: o grupo de Marcos, o grupo de Diego Souza, o grupo de Vagner Love.

Fogo amigo

E, como se já não houvesse aí barulho interno de bom tamanho, o grupo Família Palestra, tendência política dentro do clube que está ligada a Paulo Serdan, presidente de honra da Mancha, e a Sergio Pellegrino, conselheiro do clube, começou a usar a torcida organizada para deixar claro o que pretendia: desestruturar o grupo, afastar Cippulo, Toninho Cecílio e Cia. e ganhar força política.

Desse modo, quer ficar com o comando da base palmeirense e fazer de Salvador Hugo Palaia, atual primeiro vice presidente do clube, o homem forte do futebol profissional.

Beluzzo, a essa altura já zonzo com tanto pontapé amigo, autorizou que Raiola começasse a freqüentar os vestiários, talvez numa tentativa desesperada de reintegrar o elenco psicologicamente.

A oposição, que até agora estava quieta, deve começar a fazer barulho, armada de números que tendem a pintar um quadro de fracasso da atual administração: custos + gastos - resultados (o Palmeiras ainda paga, mensalmente, R$ 500 mil a Luxemburgo, pela rescisão contratual, mais os R$ 400 mil de Muricy).

O cenário hoje

Raiola, amigo de Muricy, quer que Cipullo deixe o cargo.

Cipullo, embora desanimado com o isolamento, talvez permaneça no clube porque a Traffic, parceria do Palmeiras, já deixou claro que se Cipullo sair, sai a Traffic também.

Toninho Cecílio, que com Luxemburgo tinha função importante, hoje é chamado de traíra pelo grupo, que avalia que ele era uma pessoa na época de Luxemburgo e passou a ser outra com Muricy.

Muricy, assustado, já está com proposta do Internacional e essa semana se reúne com Beluzzo e Cipullo para definir futuro.

Cipullo não quer necessariamente a cabeça de Muricy, que avalia como excelente treinador, mas exige voltar a ter o comando do futebol.

A Família Palestra não quer que Cipullo permaneça e faz o que pode para desmoralizá-lo.

Para dar a Cipullo o comando, Beluzzo terá que contrariar o grupo de amigos que o aconselha, que envolve Raiola.

Mustafá Contursi, apoiado por Afonso Della Monica e até agora adormecido, deve reaparecer. Tudo indica que a oposição pretende não aprovar o balanço do Clube e, assim, abrir margem para um impeachment.

E jogue-se bola com um barulho desses."

Créditos: Portal Terra

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Começou a limpeza

Vários sites estão noticiando que Jumar acertou contrato com o Vasco.
Mais uma vez somos obrigados a agradecer nossos irmãos cariocas.

E para completar a notícia, parece que o Internacional está tentando levar o Sandro Silva. Podem levar, é de graça :)

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

E a culpa, para mim, ainda é do profexô!

Antes de mais, quero dizer que é minha opinião, não significa que estou certo, ou errado.
É um momento difícil para nós, certamente.
Este domingo (06/12/2009) é daqueles dias que precisam ser esquecidos da nossa história.
Como Pierre mesmo disse, foi um ano jogado pelo ralo.
Todo um projeto, desde 2008 com a vinda de Vanderlei Luxemburgo (1º erro) a contratação de vários atletas como Diego Souza, Kléber e Alex Mineiro, teve fim ontem, dia 6 de dezembro de 2009.
A hora não é de punhaladas, de protestos agressivos ou caça as bruxas.
Fomos o time que mais lideramos, 19 rodadas, fomos o segundo clube mais presente no G4, 32 rodadas e então começa a parte ruim...
Fomos o 6º melhor ataque, com 58 gols (35 em casa, 23 fora, média de 1,52 gols por partida), a 4ª melhor defesa, com 45 gols sofridos (19 em casa, 26 fora, média de 1,18 gols sofridos por partida), fomos a 6ª melhor equipe em sequência de vitórias, apenas 4, a 4ª melhor sequência sem derrotas.
Mas isso tudo são números, e números não ganham campeonato, vide o Flamengo, que liderou apenas 2 rodadas e esteve no G4 por apenas 7 rodadas e sagrou-se Campeão.
Grande parte desse time é herança de um homem que já foi, um dia, o melhor técnico desse país, quiçá um dos 10 melhores do mundo.
Nesses 2 anos, vimos jogadores como Mozart, Marcão, Armero, Edmílson, Jumar, Felipe (?), Willians, Marquinhos e outros, vestirem nossa camisa e não fazerem NADA.
Sem falar nas decepções, como o próprio Marquinhos, Cleiton Xavier, Vágner Love e Diego Souza.
Por falar em Vágner Love, este com certeza foi a maior decepção. Chegou com pompas de artilheiro, goleador e fez apenas 5 gols em 12 jogos. Para não falar que foi só decepção, ele teve vontade, e ponto. Foi uma tentativa da diretoria de termos um matador. Válida, porém só nos trouxe problemas.
A briga entre Maurício e Obina (só não foi pior pelos gols contra os Corinthians, 12 gols em 26 jogos) foi a prova de que o elenco rachou, culpa de Vágner Love? Salários? Bicho? Nunca saberemos.
Voltando ao título deste post, credito nossa perda de desempenho a falta de banco. Ficamos sem Pierre, Maurício Ramos e por fim, Cleiton Xavier.
CleitonX não desequilibrou, mas sem ele, Diego Souza não jogava bola, viveu de lampejos.
Podemos dizer que o Palmeiras ficou sem sua espinha dorsal, que era composta por Maurício Ramos na zaga ao lado de Danilo, Pierre na frente da zaga fazendo a proteção e "matando" o jogo ali, e CleitonX fazendo a ligação além de liberar Diego Souza. Junte-se a isso o problema do elenco, lá se foi todo um projeto.
Mas por que eu disse que voltaria ao título do post? Por que isso se chama falta de banco, falta de elenco. E quem montou esse elenco? Vanderlei Luxemburgo.
Se não toda, 90% da nossa derrocada deve-se a esse homem.
Nossa diretoria fez o certo, segurou os jogadores chave, contratou o então melhor técnico do Brasil, Tri Campeão Brasileiro e trouxe um grande atacante.
Belluzzo pode ter se exaltado um pouco, sim, mas quem não o faria!? Ele não tem culpa.
Não vou falar sobre a diretoria pois não os conheço, vejo mais o trabalho do Belluzzo e do Cipullo, os outros, não sei dizer.
Muricy Ramalho... no início fui contra a contratação dele, pelo fato de não ver muita identificação com o Palmeiras, mas, acredito nele, e acho que ele fará um grande trabalho em 2010. Ele "pegou" um time já montado, com jogadores que ele não conhecia, sem o perfil dele, fora o fato de que Muricy colocou ordem na casa, pois acabaram as noitadas, as diversões em Atibaia, as regalias e etc.
Muitos palmeirenses estão justificando nosso desastre colocando as culpas no STJD, na CBF, na Globo, no eclipse da lua e etc.
Sejamos francos... Perdemos esse título para nós mesmos. Ano passado, o SPFW foi campeão por incompetência do Grêmio e do Cruzeiro, esse ano, o Flamengo foi campeão por incompetência do Palmeiras. Sim, fomos INCOMPETÊNTES! Lideramos tantas rodadas, tivemos a chance de abrir 8 pontos, e até 11 de vantagem e então vacilamos.
Nas últimas 11 rodadas (33 pontos) fizemos apenas 9 pontos, 2 vitórias, 3 empates e 6 derrotas, terminamos 5 pontos atrás do campeão, ou seja, se tivéssemos ganho 2 jogos, dos 6 que perdemos, seríamos campeões. E foram derrotas ridículas, para times lutando para não cair, times pequenos...
Nesse momento, fazer conjecturas, é fácil. Espero que a diretoria analise bem toda a situação e ache onde foi que erraram. Demitir Muricy será um grande erro. Ainda mais se for para colocar Caio Jr e Jair Picernes da vida...
Ainda tem muito a ser dito, mas por hora, minha paciência se esgotou...

PS.: Não estranhem se eu demorar a escrever aqui novamente, apenas quero dizer, além de tudo o que já disse, que prevejo um 2010 sofrível.

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